O verdadeiro sentido de se conhecer a Real

por Conde de Monte Cristo – 2011

Caros e ilustres confrades da Real.

Vemos nos últimos anos um crescimento, mesmo que de forma lenta e pequena (mas gradual e contínua) de homens que têm acesso às comunidades, blogs e fóruns da Real, bem como a participação destes nos mesmos. Ou seja, o sujeito procura na internet formas de lidar com seus problemas pessoais e principalmente no âmbito dos relacionamentos ou por indicação de amigos e acaba por desembocar nos canais da Real.

A partir daí, nota-se que muitos, através de suas constantes postagens/frequência começam a entender melhor, a ver sem as vendas nos olhos, como de fato são as mulheres, os amigos, a sociedade em um todo, cada qual dentro de seu contexto. Muitos se revoltam, passam a ficar céticos, se tornam agressivos/arredios, se isolam em seu meio de convívio, se sentem como um estranho no ninho.

Fora os casos de alguns que se tornam misóginos/lunáticos e até coisas piores, como todos aqui já viram acontecer. Se utilizam dos meios da Real simplesmente para extravasar toda a sua revolta, frustração por seus fracassos até então, e começam a praticamente polarizar com tudo e todos a sua volta. Começam a se comportar tal qual aqueles pastores que clamam em praça pública, a pregar ódio às mulheres, a ter atitudes violentas e intempestivas em seu cotidiano.

Mas aonde eu quero chegar com tudo isso exposto acima? Bom, nesse tempo todo em que acompanho, participo da Real, pude constatar que ao se absorver bem todos os ensinamentos, há um impacto, um choque de realidade da qual estávamos iludidos, inebriados e acostumados até então. Passamos a ver a vida, em um contexto geral, de uma outra perspectiva/ponto de vista, de outra forma.

É aí onde eu quero chegar. Conhecer a Real não significa se tornar um rambo dos teclados destilando seu ódio em comunidades/fórum e meio social. Conhecer a Real não significa ter ódios das mulheres e se tornar um misógino doente. Conhecer a Real não significa que, por conta disto, tu te isoles do restante da sociedade e se torne um náufrago em uma ilha deserta. Não significa polarizar e pregar aos quatro cantos que todos estão errados e você certo. No meu ponto de vista, o verdadeiro sentido de se conhecer a Real é acordar da realidade ilusória e alienada que até então estávamos acostumados e sair de fato de dentro daquele “Castelo da Disney”.

É se tornar mais crítico, é questionar coisas que até então se acreditavam ser inquestionáveis. É não querer mudar os outros e sim mudar a si mesmo. É saber lidar de forma justa com as mulheres e até com os amigos (pois a matrix vai muito além das mulheres, não se esqueçam disso), sendo um espelho, sendo respeitoso e cordial com quem o é contigo e desprezando aos que te tratam como palhaço, otário, que querem te humilhar, te usar apenas para fins próprios, sem um mínimo de respeito, decência e honradez. Há de se fazer ser respeitado sempre, tem que se impor, fazer valer os seus valores e ideais.

Outra coisa fundamental, é focar em si de forma prioritária e não querer agradar/priorizar terceiros simplesmente para se fazer média, autoafirmação/aceitação em seu meio. Muito melhor do que fazer média com os outros é fazer para si mesmo. Ou seja, priorizar seu desenvolvimento e crescimento pessoal. Cuidar de si, de sua aparência, fazer uma academia/esportes. Se voltar com muita ênfase em seus estudos e formação profissional. Aprender a usar seu dinheiro, pensar no seu futuro. Enriquecer seu lado culto, fazer cursos. Crescer como homem, em caráter, retidão, ser um homem correto e cumpridor de seus deveres e fazendo sempre valer seus direitos.

E no caso específico das mulheres e relacionamentos, deve-se sim se relacionar com elas, colocar em prática o que se absorveu da Real, aprendendo a lidar de fato com elas. Não polarizando apenas em uma. Não deu certo, começou a ver que ela não presta, tem atitudes que não condizem com um mulher decente, desmascarou seus joguinhos de inversão de culpa/valores? Caia fora e parta para outra, assim sucessivamente, desapegado, sem se prender a nenhuma, deixando de tê-las como finalidade e sim apenas como consequência de seu crescimento e desenvolvimento pessoal e de atitudes.

Enfim, o verdadeiro sentido de se conhecer a Real, então, não é mudar o meio e as pessoas em que está inserido e sim mudar a si mesmo, suas atitudes, em benefício próprio para aprender a conviver e a lidar com os desafios que são imposto todos os dias pela sociedade. É ter amor próprio, se valorizar e se priorizar, se fazer ser respeitado. É ter sucesso na vida e minimizar e desprezar pessoas que não te deram o devido valor e não querer ser violento e querer se vingar destas. É valorizar quem sempre esteve do seu lado em todos os momentos (pais principalmente). É parar de viver de ilusões e encarar de frente a realidade, com força e honra.

Sem Mais, O Nobre Conde de Monte Cristo. 

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23 - Conde de Monte Cristo

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Um comentário sobre “O verdadeiro sentido de se conhecer a Real

  1. Estou mais calmo agora segundo Dia na real… só´não estou com vontade de trabalhar, pois a motivação era grana grana = mulher…. ou a esperança disso… mas estou avançando!

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